Dadinhos
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Achei que era seu braço que se enlaçava no meu. Eu estava embaixo da mesa, brincando de não me esconder. De fingir que fujo. Para você não deixar. Me pede pra ficar. Me pede e eu vou dizer que não e, talvez, chore sentada no chão com as pernas encolhidas abraçada aos meus joelhos e, talvez, tente te afastar. Não deixe. Me segure firme para eu te [re]conhecer, saber quem você é e me permitir ser quem sou.
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Passando as instruções…Uma ajudinha pro outro, uma chance pra nós.
Beijo, Lu, sempre, sempre minha Lu.
23/11/2011 às 12:43
Lu,
como não temos manual, vamos nos avisos mesmo, né.
tem quem coloque: “cuidado! frágil!” ou “este lado para cima”
o meu seria: “arisca. segura, se não foge!”
oun… os pronomes possessivos bem empregados que tanto amo!
Pra minha Lu um beijo, da sua Lu
23/11/2011 às 15:32
Que ele não te deixe ir, se esse for o melhor pros dois.
#Amo
Beijos.
26/11/2011 às 14:20
Ele até que não deixa. A errada sou eu, Miss.
Love!
30/11/2011 às 09:09
Não sei por que, mas tenho a impressão que o homem dos dadinhos (ou dedinhos, posto que é pra segurar) é esperto. Imagino ele olhando para debaixo da mesa e descobrindo a Menina. “Pois é, você ainda está aí”, ele dizendo enquanto ela o olha com uma feição que ao mesmo tempo lembra o de uma criança traquinas também mostra certo pavor. Ele ri, diz: “tenha calma”, e pegando-a pelos braços, a faz sentar na cadeira ao seu lado, dizendo: “fica!” E a Menina, que antes estava sob a mesa, em mais uma de suas brincadeiras de fingir de fugir sai correndo em direção à porta da sala. Vendo isso, ele não se move, continua sentado em sua cadeira com um sorriso assim meio de lado. Ao perceber isso, ao notar que não ouve passos atrás de si, a Menina sente vontade de olhar para trás, e olha. “Sim, de fato ele não veio atrás de mim”, pensa, e começa a se sentir triste. E ela, que antes não pensava em fugir de verdade, agora segue para a porta cabisbaixa. Mas, quando enfim chega à porta, ela mexe na maçaneta e… O que? Não abre. É quando ela ouve um tilintar suave, quase um sininho, talvez moedas, e torna a olhar para o homem dos dadinhos. E agora, não com um meio sorriso, mas com o sorriso inteiro, ele balança no ar um molho de chaves. A Menina olha para o homem e ri. Ele diz: “o jantar já está na mesa”.
29/11/2011 às 18:45
Da série: quando o comentário supera o post!
Adoro!
Dois beijos, Andrew, só pra ti!
30/11/2011 às 09:25
Ah Menina,
Eu estava brincando de não me esconder, fingindo que estava me escondendo.
Acho que fui descoberta.
E não tem volta.
Adorei a postagem!
Beijo, flor!
29/11/2011 às 19:49
Quando você foi descoberta, Narinha, levou susto ou foi uma surpresa das boas?
Beijo!
30/11/2011 às 09:09
Que fique em ti pelo tempo que for bom. Toda sensação.
;)
Visse? Demorei, mas vim!!!
Beijão, Lu!
29/11/2011 às 22:34
Oun, Li, sempre tão docinha!
Você está sempre aqui, sempre!
Beijo!
30/11/2011 às 09:10
Quando você avisa a gente já sabe o que acontece, né, Lu?
30/11/2011 às 01:16
Bi,
não briga comigo. Já vale, pelo menos, ter o danado…
beijo!
30/11/2011 às 09:12
É engraçado, pois nem sempre entendemos todos os sinais passados pelo o outro, com isto machucamos a segunda parte desnecessariamente…
Fique com Deus, senhorita Menina Misteriosa.
Um abraço.
01/12/2011 às 10:22
Que saudade de você, Daniel Sávio! ;)
Pois é. Simbolismos e entrelinhas são complicados. Um manual ajuda bem. Como não tem, falar abertamente por que não, né?
Um beijo, bom te ter aqui!
01/12/2011 às 10:27
Quanta saudades moça! Adorei o breve post, como sempre!
02/12/2011 às 20:37
Bom te ter aqui de novo, Especialista! ;)
Saudades matadas são boas… Beijo
05/12/2011 às 10:53
Eu quis fugir, ele segurou a porta, me acolheu forte, sentei no chão, ele pegou os pratos, copos, talheres. Forrou o chão, sentou-se ao meu lado, jantamos juntos. Nunca mais quis fugir, nunca mais quis abrir a porta, janto no chão, deito no chão, amo no chão.
Saudades daqui.
Noh
13/12/2011 às 10:34
Noh,
Suspirei ao te ler.
Tenho mania de me deitar no chão, porque é friozinho e eu adoro frio!
Como a mudança de perspectiva acrescenta!
Beijo
05/01/2012 às 14:05
Esse ‘silêncio’ aqui me deixa um tanto preocupada…
04/01/2012 às 10:44
Você me sabe, irmãzinha!
Não fique, estou de volta… sim, você, sempre me traz de volta a mim…
Love!
05/01/2012 às 14:05