Arquivo para novembro, 2010

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Mas isso acontece. E passa.

Assim que passar, eu volto.

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Parabéns, Luneta Carrapeta!!!!

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Estou há um tempão tentando escrever sobre a Luna. E me faltam palavras para descrevê-la. Como definir alguém que supera todas as expectativas?

Luna amiga, irmã, companheira, confidente. Luna alegre, divertida, sapeca, criativa. Luna de lua, firme, batalhadora, corajosa. Luna sensível, doce, meiga. Luna forte, decidida.

Sim existem várias Lunas dentro de uma só. E eu amo cada uma delas.

“E me fala de coisas bonitas
Que eu acredito
Que não deixarão de existir
Amizade, palavra, respeito
Caráter, bondade alegria e amor”

Lu, que você comemore, sorria e esteja perto daqueles que ama!!!! A cada ano, você terá ainda mais alegria, saúde, amor, sucesso, paz e tudo de melhor… não só porque eu quero, mas porque você merece.

O Daniel teve a ideia, eu apoiei e chamei mais pessoas… porque falar sobre você não é fácil, Lu, tive que pedir ajuda! Olha quem veio te dar parabéns:

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Luna,

A lua é responsável por iluminar nossas noites, embelezar nossas vidas, arrancar-nos sorrisos, gerar emoção, confortar-nos o coração… A lua tem força, influencia as marés, as pessoas, a vida. A lua é apaixonante, charmosa, brilhante, iluminada.

Por tudo isso, acredito que não havia mesmo nome melhor para ser dado a você. Alguém capaz de cativar, fazer sorrir e iluminar mesmo as noites mais escuras.

Parabéns, Flor. Que tua vida seja tão luminosa quanto teu sorriso, e que tua força te permita alcançar as estrelas mais brilhantes.

Beijo,

Miss

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Então, por todos os risos, a amizade e admiração que despertou em mim, Luna aceite estas palavras (toscas):

Menina dos dominios da Lua,

Que desperta leveza por onde andas,

E no rosto trás um sorriso tão terno,

Em baixo das suas mandeixas existe um berço de tão criativas idéias.

Que olha cada um através desta sabia visão (capaz de ver sempre além do que cada um pode oferecer).

Que se diverte ao ver a Pucca,

E adora um lupino especial (que de mau não tem nada assim)

Apenas te desejo uma Lua linda na companhia deste mesmo lupino

Que possam sentir o coração um do outro neste momento de felicidade (está bem, não precisa ser só isto – é, eu num momento sem noção).

Sendo que este momento de felicidade não dure somente no hoje, mas todos os seus dias .

Então feliz dia especial para ti =P

Daniel Sávio

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“Hoje vai ser uma festa, lasanha voadora, calda quente pra você… É o seu aniversário, vamos festejar e o bolo aquecer… Que felicidade, calor no canecão, que a sua vida seja sempre doce tentação… Bate, bate palma que é hora de cantar… Agora vamos juntos, vamos lá… Parabéns, parabéns, hoje é o seu dia, que dia mais felizzzzzz…”

Ju Sandres

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Parabéns, Menina da Lua!

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Perdição

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Depois de brilhar na IV Semana de Contribuição do MCP (junto com minha amiga VampiraDea), o @Heru_sa nos presenteia com sua presença e talento. Seus textos sempre me dão a sensação de ‘baseado em fatos reais’. Se você ainda não se viu personagem nesse, tem mais aqui!

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Perder-se era algo que não acontecia, não com ela. Sempre fora muito segura, senhora de si, sabedora dos seus caminhos, mulher madura, com princípios, meios e fins.

Mas agora estava perdida, desnorteada, sem rumo, com seus princípios abalados, sentindo os próprios métodos inúteis, e de repente questionando suas finalidades.

Bem cedo na vida fizera os planos, sabia o que queria, a carreira, as amigas, os amigos, as baladas, os fins de semana na praia, os excessos de comida e bebida motivando as horas de suor na academia, o sexo variado com o escolhido da vez, sem compromisso, sem dor de cabeça, foi bom, ou não foi, tchau.

Mas agora…

Agora ela havia sido ignorada, e isso também não era algo que acontecesse com ela, muito menos ser ignorada por alguém que passava o dia ao alcance de seus pés, na mesa ao lado. Os princípios relativos ao ambiente de trabalho já estavam desconsiderados ao limite, ela estava na fase cinco ou seis de seu “know-how”, vestidos mais curtos, decotes mais profundos, abrir um armário ou buscar algo na impressora eram atos estudados, sedução explícita, mais que isso só tirando a roupa no escritório, a fase “diga claramente” fora de cogitação, precisava do emprego, e… nada?

Escolhera, mas não fora escolhida. Ele falava da mulher, das filhas, do fim de semana maravilhoso com a família, contava do cachorro e da ninhada de gatos, das flores que plantara e colhera, do vinho que bebera vendo um bom filme com… e lá vinha ele falar da mulher de novo, que saco, será que não me vê aqui.

Por um tempo ela não havia percebido, achou normal, o cara é mais velho, casado, bem casado, vai falar do quê? Então um dia a maldita planilha não saia do lugar, e pacientemente ele segurou sua mão sobre o “mouse”, mão quente, perfume gostoso, é assim que se faz, e o tempo suficiente para um “clic” a perturbou intensamente. Naquela noite acordou úmida, ofegante, arranhando o lençol, imaginando-se sob os dedos experientes que a haviam conduzido à tarde, um gozo intenso, rindo sozinha da malvadeza que seria seduzi-lo, modo escrúpulos “off”.

Logo se viu perdida, algo que não acontecia, não com ela.

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